Canticos – Domingo do Dízimo

1. Sou dizimista – Pe. José de Freitas Campo

Tem que ser agora, já chegou a hora da condivisão. Deus é Pai da gente, fez-nos diferentes, mas nos quer irmãos!

Eu sou dizimista, eu sou, vou ser dizimista, eu vou! Vamos partilhar o que Deus nos dá, todo nosso amor! (bis)

Ó que maravilha, festa da partilha, sem obrigação. Deus é Pai bondoso, é tão generoso, multiplica o pão!

Os irmãos carentes, pobres e doentes, se alegrarão, quando a nossa oferta for de mão aberta, for de coração!


2. Entre nessa procissão – Pe. José de Freitas Campos

Se você tem fé, fique de pé. Se você é irmão, entre nessa procissão! (bis)

Vamos, irmão, levante! Caminhe com disposição, trazendo a sua oferta de acordo com o seu coração!

Vamos, irmão, partilhe! Nosso Deus é comunhão e abençoa as ofertas da Igreja peregrina em missão!

Vamos, irmão, coragem! Não importa o que tem na mão. Se hoje não tem nada, ofereça o seu coração!


3. Muito obrigado, Senhor! – Pe. José de Freitas Campos

Muito obrigado, Senhor, pelos bens da Criação. /:Vimos com amor ofertar, os dons partilhar, doar ao irmão!:

Senhor, aqui ofertamos vidas sofridas que temos, /:fadiga, tempo e trabalho, graças de Ti recebemos:/

Senhor, aqui ofertamos vinho unido ao pão, /:semente de esperança, fruto de paz neste chão!:/

Senhor, aqui ofertamos nosso clamor de justiça. /:Queremos ser solidários, livres de toda a cobiça!:/


4. Já existe a partilha – Pe. José de Freitas Campos

Ninguém pode calar a voz, ninguém pode forjar a razão. Ninguém pode conter de novo o grito do povo faminto de pão.

Se entre nós já existe a partilha, entremos na fila do amor-comunhão! (bis)

Ó Senhor, tantos braços fechados poderiam se abrir, dar as mãos. Quantos lábios tão mudos, cerrados, não querem falar, defender o irmão.

Ó Senhor, tantos trabalhadores e outros tantos sem ocupação, esperando trabalho e salário, o pobre operário a viver de ilusão.

Ó meu Deus, há mulheres sofrendo, há crianças na rua, sem pão. E a Igreja se faz solidária, na prece diária convida à ação.


5. É o dízimo, Senhor – Pe. José de Freitas Campos

É o dízimo, Senhor, que nos mostra com certeza gratidão ao Criador, compromisso na Igreja! (bis)

Nada me falta em meu caminhar. /:O Senhor abençoa a quem aprendeu a partilhar!:/

Vem ser dizimista na comunidade. /:Caminho seguro de verdadeira fraternidade!:/


6. Recebe, Senhor, o meu dízimo

Recebe, Senhor, o meu dízimo! É de coração que venho lhe entregar o fruto do meu trabalho no teu altar.

Ter um coração agradecido é dom de Deus. Devolver a ele o que ele mesmo me deu, amar a Igreja e ajudar ela crescer é o mínimo que eu posso fazer.

Não é esmola porque não precisais, não é o resto que me sobra que vos ofereço. Esta importância representa meu reconhecimento, meu amor. Pois, se tenho é porque me destes, Senhor!