Setembro-Novembro 2019: Ano litúrgico C – Tempo Comum II

1. Com a presença de Cristo entre nós – Luiz Turra

Canto processional de entrada

Com a presença de Cristo entre nós temos certeza que o Reino chegou. Tudo de novo renasce de Deus, e o povo sente que tudo mudou.

Este é o Reino chegando, aurora nascendo e a fonte jorrando, Jesus está vivo no meio de nós!

Jesus convoca e reúne no amor, faz enxergar o que o povo não vê. Revela ao pobre seu grande valor, garante a vida a todo o que crê!

O povo simples encontra em Jesus uma resposta que vem confirmar o que é de Deus, o que é bom, o que é luz e um tempo novo que vai começar!


  • 2. Missionário do Pai – José Acácio Santana

Canto processional de entrada

Aqui estamos porque escutamos o teu chamado para anunciar. O Cristianismo faz do seu batismo um compromisso de evangelizar.

Ó Jesus, missionário do Pai, que vieste em missão de salvar. Ao partir nos disseste: pregai, ide ao mundo meu reino anunciar.

Quem deixou sua terra, seu povo, por amor, pelo bem dos irmãos fez o gesto de Cristo de novo. Repetiu sua eterna lição.


  • 3. Tu és o Rei dos reis Frei Fabreti

Canto processional de entrada

Tu és o Rei dos reis! O Deus do céu deu-te reino, força e glória. E entregou nas tuas mãos a nossa história. Tu és Rei, e o amor é tua lei!

Sou o primeiro e o derradeiro, fui ungido pelo amor! Vós sois meu povo; eu, vosso Rei, e o Senhor Redentor!

Vos levarei às grandes fontes, dor e fome não tereis! Vós sois meu povo; eu vosso Rei, junto a mim vivereis!


  • 4. Ato penitencial – Gilson Celerino

Senhor, que nos mandastes perdoar mutuamente antes de nos aproximarmos do vosso altar,

Senhor, tende piedade de nós! (2x)

Cristo, que na cruz destes o perdão aos pecadores

Cristo, tende piedade de nós! (2x)

Senhor, que confiastes à vossa Igreja o ministério da reconciliação,

Senhor, tende piedade de nós! (2x)


  • 5. De mãos estendidas – Sílvio Milanez

Canto processional das oferendas

De mãos estendidas, ofertamos o que de graça recebemos! De mãos estendidas, ofertamos o que de graça recebemos!

A natureza tão bela, que é louvor, que é serviço, o sol que ilumina as trevas, transformando-as em luz. O dia que nos traz o pão e a noite que nos dá repouso, ofertemos ao Senhor o louvor da Criação!

Nossa vida toda inteira ofertamos ao Senhor, como prova de amizade, como prova de amor! Com o vinho e com o pão ofertemos ao Senhor nossa vida toda inteira, o louvor da Criação!


  • 6. Bendito seja Deus Pai – José Cândido da Silva

Canto processional das oferendas

Bendito seja Deus Pai, do universo Criador, pelo pão que nós recebemos, foi de graça e com amor!

O homem que trabalha faz a terra produzir, o trabalho multiplica os dons que nós vamos repartir!

Bendito seja Deus Pai, do universo criador pelo vinho que nós recebemos, foi de graça e com amor!

E nós participamos da construção do mundo novo com Deus, que jamais despreza nossa imensa pequenez!


  • 7. Quem se propõe cultivar o chão – Frei Fabreti

Canto processional das oferendas

Quem se propõe cultivar o chão, preparar o pão e assim repartir, pode contar com a mão de Deus, que sustenta os seus e sabe cumprir!

Grande é o Senhor! Todo o universo, a terra, o sol nos deu. Nos esperava quando amanheceu! Só nos pediu amor! Santo é o Senhor! Vem e oferece mesmo o Filho seu pra nos dizer que nunca se esqueceu de nos doar seu amor.

Quem se fechar, esquecendo o irmão, lhe negando o pão, e assim persistir, vai se entender com a mão de Deus, que sustenta os seus, e sabe cumprir.

Quem se fizer contra essa opressão, que destrói o irmão, e assim resistir, vai revelar qual a mão de Deus, que sustenta os seus e sabe cumprir.


  • 8. Vem comigo à minha mesa – Ir. Miria T. Kolling

Canto processional da comunhão

Vem comigo à minha mesa, vem nutrir toda esperança. Dar as mãos é descobrir que meu Pai tudo anima e não cansa!

Sim, eu vou, Senhor da vida, vou juntar-me aos meus irmãos! Vai florir um mundo novo, semeado por tuas mãos!

Vem comigo à minha mesa, vem provar toda alegria de manter a vigilância: há surpresas que a vida nos cria!

Vem comigo à minha mesa! Vem, aprende a ser pequeno, que o meu Reino é de quem serve. Mãos à obra! Que fértil terreno!

Vem comigo à minha mesa, vem saber de tantas dores. Põe nas mãos o desafio: mundo irmão não tem rei nem senhores!

Vem comigo à minha mesa, vem cumprir minha memória. Vem juntar-se aos meus irmãos: vamos lá renovar toda a história!


  • 9. Por esta paz – Frei Fabreti

Canto processional da comunhão

Por esta paz que a juventude tanto quer, pela alegria que as crianças têm à mão: eu rendo graças ao meu Pai que se compraz e assim me pede para abrir meu coração.

Tomai, comei, tomai, bebei, meu corpo e sangue que vos dou: o Pão da Vida sou eu mesmo em refeição! Pai de bondade, Deus do amor e do universo, sustentai os que se doam por um mundo irmão.

Pelos que firmam na justiça os próprios pés, pelo suor dos que mais lutam pelo pão: eu rendo graças ao meu Pai, o Deus fiel, que assim me pede para abrir meu coração.

Pelos que sabem enxergar um pouco além, e assim repartem a esperança com razão: eu rendo graças ao meu Pai que tudo vê, e assim, me pede para abrir meu coração.

Pelos que choram, mas não perdem sua fé, pelos humildes que praticam o perdão: e eu rendo graças ao meu Pai que vem nutrir, e assim me pede para abrir meu coração.

Pelos pequenos que só sabem confiar, pelos que sabem dizer “sim” e dizer “não”: eu rendo graças ao meu Pai, que tudo sustém e assim me pede para abrir meu coração.


  • 10.   O meu Reino tem muito a dizer – Frei Fabreti

Canto processional da comunhão

O meu Reino tem muito a dizer: não se faz como quem procurou aumentar os celeiros bem mais e sorriu. Insensato, que valem tais bens, se hoje mesmo terás o teu fim? Que tesouros tu tens pra levar além?

Sim, Senhor, nossas mãos vão plantar o teu Reino! O teu Pão vai nos dar teu vigor, tua paz!

O meu Reino se faz bem assim: se uma ceia quiseres propor, não convide amigos, irmãos, e outros mais. Sai à rua à procura de quem não puder recompensa te dar, que o teu gesto lembrado será por Deus!

O meu Reino, quem vai compreender? Não se perde na pressa que têm sacerdote e levita que vão sem cuidar. Mas se mostra em quem não se contém, se aproxima e procura o melhor pro irmão agredido que viu no chão.

O meu Reino não pode aceitar quem se julga maior que os demais por cumprir os preceitos da lei, um a um. A humildade de quem vai além, e se empenha e procura o perdão é o terreno onde pode brotar a paz!

O meu Reino é um apelo que vem transformar as razões do viver, que te faz desatar tantos nós que ainda tens. Dizer sim é saberes repor tudo quanto prejuízo causou, dar as mãos, repartir, acolher, servir!


  • 11.  Dou graças ao Senhor – Frei Fabreti

Canto final

 Dou graças ao Senhor porque ele é bom, porque eterno é seu amor. Sua Palavra me ensina e me liberta, porque eterno é seu amor!

Sua Palavra é uma luz em meu caminho, e se alegra em suas leis meu coração. Ensina-me, Senhor, seus mandamentos, só liberto viverei em comunhão!


  • 12.    Vou ser sangue novo – Ir. Miria Kolling

Canto final

Ao Espírito de Amor canto agora uma canção, que é tão simples como a flor, mas brotou do coração!

Vou ser sangue novo, vou ser comunhão, vou chamar o povo e fazer louvação!

O Espírito de Deus me ungiu e me enviou. Renovou meu coração e profeta agora eu sou!

Eu agora sei quem sou, eu agora sei amar. Vou levar ao mundo inteiro a lição do teu altar!


  • 13. Mantras – Preparando a escuta da Palavra

É uma luz tua Palavra, é uma luz pra mim, Senhor! Brilhe esta luz, tua Palavra, brilhe esta luz em mim, Senhor! (Miria Kolling)

É tempo de silêncio, é tempo de calar aqui neste lugar! Deus nos vai falar! Fala, Senhor! Fala, Senhor! Queremos te ouvir, queremos te ouvir! (Egnalda Rocha)